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Sua clínica paga imposto sobre o procedimento inteiro. Mesmo repassando metade dele.

Harmonização, laser, micropigmentação, limpeza de pele. A profissional executa, o cliente paga no seu CNPJ, você repassa a parte dela, e a Receita enxerga o valor cheio como faturamento da clínica.

O cenário

A maioria das clínicas de estética não tem todas as profissionais na folha. Biomédicas, enfermeiras, esteticistas e farmacêuticas atuam como parceiras: usam a sua estrutura, a sua marca e a sua agenda, e ficam com uma fatia do que cobram.

O problema é onde o dinheiro entra. O cliente paga a clínica, o valor inteiro cai no seu CNPJ, e só depois sai o repasse. Na apuração, aquele valor já foi contabilizado como receita sua.

A conta

Um procedimento de R$ 1.200 com repasse de 50% para a profissional que executou:

  • Faturamento declaradoR$ 1.200
  • Repasse à profissional que executouR$ 600
  • Receita real da clínicaR$ 600
  • A clínica paga imposto sobre os R$ 1.200, quando poderia pagar sobre apenas os R$ 600 que ficam no caixa dela

E a profissional ainda recolhe sobre os R$ 600 que recebeu: o mesmo dinheiro passa por duas apurações.

No volume de um mês

Uma clínica que faz cem procedimentos desse porte por mês fatura R$ 120.000 e repassa R$ 60.000. São R$ 60.000 por mês entrando na base de cálculo sem nunca terem ficado na clínica. Em uma alíquota efetiva de 10%, isso representa R$ 6.000 de imposto por mês sobre dinheiro que você repassa, e a alíquota real depende do seu regime, então essa é a conta que fazemos com os seus números.

E tem o efeito de limite: faturamento inflado por dinheiro que você repassa acelera a saída do Simples Nacional ou a mudança de faixa, empurrando a clínica para uma alíquota maior por causa de receita que nunca foi dela.

Por que a Lei do Salão Parceiro não resolve

Essa é a primeira saída que todo contador sugere, e ela tem um limite claro: a Lei 13.352/2016 vale para uma lista fechada de profissões: cabeleireiro, barbeiro, esteticista, manicure, pedicure, depilador e maquiador.

Não estão na lista os procedimentos que mais pesam no seu ticket: aplicação de toxina botulínica, preenchimento, harmonização facial, laser, microagulhamento e qualquer ato de saúde executado por biomédica, enfermeira, farmacêutica ou dentista. Esses procedimentos são justamente os de maior valor e maior percentual de repasse.

Resultado: a clínica que faz só sobrancelha e depilação tem um caminho. A clínica que faz injetáveis não tem.

Com a solução da InovPay

Você cadastra cada profissional parceira com os dados de recebimento dela. A venda acontece normalmente, na maquininha, no link ou no Pix. Dentro da plataforma, você define e executa o repasse de cada uma, com registro de quem recebeu o quê e por qual atendimento.

O que muda na prática: seu contador passa a ter documento para sustentar o que é receita da clínica e o que é valor repassado.

O saldo é seu em minutos. A parceira recebe no próximo dia útil.

Assim que a venda é concluída, o valor já aparece disponível na sua conta. A antecipação vem embutida na taxa, sem esperar o prazo do cartão. Feita a transferência (split), cada profissional parceira recebe no próximo dia útil.

Dúvidas

Perguntas frequentes

As profissionais precisam ter CNPJ?

Não. O repasse pode cair em conta de pessoa física ou jurídica, então a profissional não precisa abrir empresa para receber. Quem precisa ter CNPJ é a clínica: a maquininha só é ativada em pessoa jurídica. A forma de documentar o pagamento na contabilidade continua sendo definida com o seu contador.

Funciona em qualquer regime tributário?

O maior ganho aparece no Simples Nacional, porque nesse regime o faturamento inflado pesa duas vezes: empurra a empresa para uma faixa de alíquota maior e consome o limite anual de faturamento. Por isso a solução é indicada primeiro para quem está no Simples. Se a sua empresa está no Lucro Presumido ou no Lucro Real, fale com a gente mesmo assim, porque a análise é feita caso a caso.

Muda alguma coisa para o meu cliente na hora de pagar?

Não. Maquininha, link ou Pix funcionam do mesmo jeito. A separação acontece do seu lado.

Isso substitui o contrato de parceria?

Não. A estrutura contratual continua sendo trabalho do seu contador e do seu advogado. A InovPay dá a infraestrutura para que o repasse aconteça e fique documentado.

Traga seus números. A gente mostra a conta.

Em uma conversa de 15 minutos dá para estimar quanto do seu faturamento é repassado para parceiros e fornecedores e quanto isso está custando em impostos por mês. Sem compromisso e sem proposta pronta antes de entender sua operação.

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